Quem não conhece o dito: as fotos eternizam momentos. Que assim seja, pois é difícil crer que existam muitas pessoas resistentes ao pulo no passado, através de uma olhadela nestes momentos especiais, salvos do poder contemporâneo em nossa massa cinzenta.
Do passado que nos aparece, nada mais é. Gozado, faz 1, 2, no máximo 3 anos e já é como agora, mas as pessoas mudam tanto mesmo ? E em que escala e ordem mudam ? Porque ao dar uma brecha ao passado, logo nos vem a sensação de contemporaneidade de antigas qualidades. Apesar desta forte carimbada na massa encefálica, aliás muito bom ter ao dispor a marca de uma história feliz, não me escapa o sentimento de negligência que o querer voltar tem com o hoje. Voltemos à ele, o hoje, pois glorificará o que ficou nas fotos.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Clock Tick.
The flow of time is such disturbing thing, phenomena can turn back the pointer at astonishing rithmn. Then, suddenly, the tick of clock is not anymore compound of integer beats, but rather of long, jumping fractally, moans yelling from the equilibrium source of the conscious and normal sense.
That's some of the shows that our lives is capable and the intellectuality is not enough internal to describe.But this might, in a very optimal practical way, delight our souls and give flavour to the unsolvable question that is being a human being.
That's some of the shows that our lives is capable and the intellectuality is not enough internal to describe.But this might, in a very optimal practical way, delight our souls and give flavour to the unsolvable question that is being a human being.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Reação Patética
Faz aproximadamente 1 mês que as primeiras notícias da gripe A(H1N1) chegaram no Brasil e só agora, com um número estatisticamente relevante, as primeiras mortes nas regiões com maior número de infectados, as governanças brasileiras acordam para a magnetude da ameaça em um país destas proporções.
Acordam, ou dever-se-há dizer mais acertadamente, bocejam. Lembremos da primeira morte:
- Primeira morte do Rio Grande do Sul, creditada à transmissão em território Argentino, a vítima foi um caminhoneiro.
Não foi o único caminhoneiro, após este e outros o governo resolveu dar instruções a estas pessoas sobre o perigo que correm. Desnecessário dizer que campanhas preventivas nos sistemas de transporte deveriam ter sido levadas à cargo.
Agora a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo interrompe as aulas de todo sistema público até o dia 17 de agosto. Qual a eficácia da medida ? Interromperá o espalhamento da gripe ?
Lembremos que as pessoas não param de se deslocar com interrupção de aulas. Esta medida significa o seguinte: cortar uma necessidade pessoal de vários indivíduos. Hora cortamos a ligação comum de um agrupamento de pessoas, é aí que reside a sabedoria da medida. No entanto tendo a crer que todas as pessoas com maior parte de necessidades não teram proteção significante da medida, estão ligadas de forma arbitrária a uma diversidade de fontes de contágio.
É assustador também constatar que nada foi feito com relação ao sistema público de transporte, via expressa para doenças respiratórias. Aqui é praticamente negligenciável o efeito de um setor ou outro interromper atividades, pois por este meio circulam pessoas com fins de toda espécie.
Depois do dia 17 voltam os alunos, fazem uso deste mesmo transporte, terão gripe a dar de balde para contaminação . Neste meio tempo haverá uma coordenação do governo para que esta última medida, interrupção das aulas do sistema público, não passe de patética para ridícula ? Nenhum movimento do governo é visto.
Aqui no meio acadêmico não sou só eu que pensa se tratar de uma medida supersticiosa essa interrupção. Quem vem dar as evidências para é a articulação sonolenta do governo em proteger o povo.
Não, não pegarei gripe suína, se me deslocar casa<->trabalho no meu carro, assistir aula e voltar, não pegarei gripe suína.
Acordam, ou dever-se-há dizer mais acertadamente, bocejam. Lembremos da primeira morte:
- Primeira morte do Rio Grande do Sul, creditada à transmissão em território Argentino, a vítima foi um caminhoneiro.
Não foi o único caminhoneiro, após este e outros o governo resolveu dar instruções a estas pessoas sobre o perigo que correm. Desnecessário dizer que campanhas preventivas nos sistemas de transporte deveriam ter sido levadas à cargo.
Agora a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo interrompe as aulas de todo sistema público até o dia 17 de agosto. Qual a eficácia da medida ? Interromperá o espalhamento da gripe ?
Lembremos que as pessoas não param de se deslocar com interrupção de aulas. Esta medida significa o seguinte: cortar uma necessidade pessoal de vários indivíduos. Hora cortamos a ligação comum de um agrupamento de pessoas, é aí que reside a sabedoria da medida. No entanto tendo a crer que todas as pessoas com maior parte de necessidades não teram proteção significante da medida, estão ligadas de forma arbitrária a uma diversidade de fontes de contágio.
É assustador também constatar que nada foi feito com relação ao sistema público de transporte, via expressa para doenças respiratórias. Aqui é praticamente negligenciável o efeito de um setor ou outro interromper atividades, pois por este meio circulam pessoas com fins de toda espécie.
Depois do dia 17 voltam os alunos, fazem uso deste mesmo transporte, terão gripe a dar de balde para contaminação . Neste meio tempo haverá uma coordenação do governo para que esta última medida, interrupção das aulas do sistema público, não passe de patética para ridícula ? Nenhum movimento do governo é visto.
Aqui no meio acadêmico não sou só eu que pensa se tratar de uma medida supersticiosa essa interrupção. Quem vem dar as evidências para é a articulação sonolenta do governo em proteger o povo.
Não, não pegarei gripe suína, se me deslocar casa<->trabalho no meu carro, assistir aula e voltar, não pegarei gripe suína.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Algo sobre a solidão
Dentre a imensidão de elaborações, todas especulativas, para este conceito distingo duas as quais parecem apontar em direções opostas. Há momentos em que(solidão) é querer estar voltado apenas para si e estar imerso no exterior , refletindo a ignorância que é tal imersão com imediata silhueta expressiva, o desespero. A outra direção é conceber de si, porém sem haver ponto de chegada para este predicado.
No primeiro caso o ser desempenha um papel patético de si, pois neste caso a menor das considerações vai achá-lo em qualquer outro semelhante.
O ridículo do segundo caso é ver-se em si e querer espalhar-se por aí.
Profícuo é o estabelecimento da vivência nas duas direções, equitativemente.
No primeiro caso o ser desempenha um papel patético de si, pois neste caso a menor das considerações vai achá-lo em qualquer outro semelhante.
O ridículo do segundo caso é ver-se em si e querer espalhar-se por aí.
Profícuo é o estabelecimento da vivência nas duas direções, equitativemente.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Lugares dentro de São Paulo que não são de São Paulo
O mais impressionante da selva de pedra não é a homogeneidade das cores opacas e não opacas, no mineral, no pessoal e no céu da cidade em um dia nublado, como seria de esperar-se, desesperar se também, o que impressiona é a quebra do cinza constante em pontos isolados.
O desespero vem do quão é óbvio o humor perdido no caos quando é disposto ao público a chance única de sair de São Paulo, com facilidade maior do que o complicado engarrafamento.
Me refiro aos parques públicos desta cidade, onde está o verde faz tempo esquecido pelas faces ranzinzas.
Esta é a cor de São Paulo que não é de São Paulo, nela que se compõe uma expressão que deveria estar em São Paulo e ser de São Paulo.
O desespero vem do quão é óbvio o humor perdido no caos quando é disposto ao público a chance única de sair de São Paulo, com facilidade maior do que o complicado engarrafamento.
Me refiro aos parques públicos desta cidade, onde está o verde faz tempo esquecido pelas faces ranzinzas.
Esta é a cor de São Paulo que não é de São Paulo, nela que se compõe uma expressão que deveria estar em São Paulo e ser de São Paulo.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Ciências Naturais e Humanas
Chamam de ciência natural tudo aqui que segue um método científico de descoberta.
O método científico diz que, todo fenômeno reprodutível(deve poder acontecer de novo dentro de uma história), sujeito apenas às condições de experimentação, isso é : o objeto humano mínimo para obter uma medida, que passa a fazer parte do fenômeno, é contabilizado como evidência de uma verdade absoluta inalcançável.
Apelidamos tudo aquilo que é sujeito às condições subjetivas do pensamento humano de ciência humana.
É razoável acrescentar à tudo isto: o que vem a acontecer segundo uma estritamente razão objetiva é senão o fenômeno por si, por nós concebido, minimamente condicionado pelo observador que quer ser só testemunha. Este é a borda científica natural, é notável que está continuamente ligada ao aparato humano que, em si, é um fenômeno sem critérios, apesar de só ter aptidão de agir segundo as leis naturais.
Divisões sempre são ferramentas fictícias.
O método científico diz que, todo fenômeno reprodutível(deve poder acontecer de novo dentro de uma história), sujeito apenas às condições de experimentação, isso é : o objeto humano mínimo para obter uma medida, que passa a fazer parte do fenômeno, é contabilizado como evidência de uma verdade absoluta inalcançável.
Apelidamos tudo aquilo que é sujeito às condições subjetivas do pensamento humano de ciência humana.
É razoável acrescentar à tudo isto: o que vem a acontecer segundo uma estritamente razão objetiva é senão o fenômeno por si, por nós concebido, minimamente condicionado pelo observador que quer ser só testemunha. Este é a borda científica natural, é notável que está continuamente ligada ao aparato humano que, em si, é um fenômeno sem critérios, apesar de só ter aptidão de agir segundo as leis naturais.
Divisões sempre são ferramentas fictícias.
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